Monitores sob ataque: do Alagoas em Humaitá ao Pernambuco em Porto Esperança, a dura arte de aprender lições



Título del documento: Monitores sob ataque: do Alagoas em Humaitá ao Pernambuco em Porto Esperança, a dura arte de aprender lições
Revue: Navigator (Rio de Janeiro)
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000481009
ISSN: 0100-1248
Autores: 1
Instituciones: 1Universidade de Sao Paulo, Sao Paulo. Brasil
Año:
Periodo: Dic
Volumen: 14
Número: 28
Paginación: 109-123
País: Brasil
Idioma: Portugués
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en inglés This article is about the combat experiences of two monitors built in Brazil at different times, and the historical evidence of the use (or not) of these lessons in later designs for the Brazillian Navy. One of them, Alagoas, stood out in the Passage of Humaitá in 1868 as it faced the Humaitá fortress cannons, and its design took advantage of the experience gained with ships in service at the War of the Triple Alliance (1864- 1870), according to sources. Another was Pernambuco, incorporated in 1910, whose delayed construction apparently incorporated lessons from preceding ships. However, when entering combat in the Constitutionalist Revolution of 1932, it suffered its greatest threat by a weapon that did not exist at the time of its project: the airplane. Would there still be historical lessons, for now and the future, from Humaitá (1868) and Porto Esperança (1932)? We believe so
Resumen en portugués Este artigo trata das experiências de combate de dois monitores construídos no Brasil, em épocas diferentes, e das evidências históricas da Marinha ter ou não aproveitado suas lições em projetos posteriores. Um foi o Alagoas, que na Passagem de Humaitá em 1868 se destacou ao enfrentar os canhões daquela fortaleza, e cujo projeto aproveitou, conforme as fontes, a experiência com navios em serviço na Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870). Outro foi o Pernambuco, incorporado em 1910, e cuja demorada construção aparentemente aproveitou lições dos antecessores. Porém, ao entrar em combate, na Revolução Constitucionalista de 1932, sofreu sua maior ameaça por uma arma que não existia à época de seu projeto: o avião. Ainda haveria lições históricas de Humaitá (1868) e de Porto Esperança (1932) para aproveitar hoje e no futuro? Acreditamos que sim
Disciplinas: Historia
Palabras clave: Historia militar,
Historia naval,
Buques,
Construcción,
Guerra de la Triple Alianza,
Revolución Constitucionalista,
Brasil
Texte intégral: Texto completo (Ver PDF)