When the Body Speaks (to) the Political: Feminist Activism in Latin America and the Quest for Alternative Democratic Futures



Título del documento: When the Body Speaks (to) the Political: Feminist Activism in Latin America and the Quest for Alternative Democratic Futures
Revue: Contexto internacional
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000482407
ISSN: 0102-8529
Autores: 1
Instituciones: 1Pontificia Universidade Catolica de Sao Paulo, Sao Paulo. Brasil
Año:
Periodo: Ene-Abr
Volumen: 41
Número: 1
Paginación: 89-112
País: Brasil
Idioma: Inglés
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en inglés The article claims that the feminist movements emerging in the context of contemporary Latin American political struggles – such as Ni Una Menos – allow for a re-conceptualisation of the political, along with its subjects and objects. The uniqueness of these movements is predicated on the way they managed to link the ordinary killings of women’s bodies to the extraordinary alliances between different social movements. A closer inspection into these ongoing experiences that mobilise different, rhizomatic arenas of political entanglements – such as the internet and the streets – allows us to see how Latin American feminist attachments and movements can redefine democratic practices and build different forms of community. By resisting what is perceived as ‘a war against women in Latin America,’ these movements allow for understanding the operation of a gendered necropolitics, which ties women’s death with the ultimate functioning of modern politics and modern subjectivities. In doing so, they politicise not only the lives (and therefore voices) of women who are struggling in/for the political, but also the deaths (and therefore silences) on which the political has been built. Furthermore, by politicising the role of the body in the political and ethical arena, these movements open our political imaginaries to the possibilities of new attachments, filiations and articulations that are not subsumed under abstract universal categories and values, nor limited to identitarian and thus legalistic affirmations of the political. Following these arguments, I argue that contemporary feminist articulations in Latin America productively dispute the validity of the abstract, universal, modern ‘human’ to think alternative political futures. By politicising materiality and embodiment alongside language and discourse as productive of political ontologies, feminists open the space for reclaiming..
Resumen en portugués O artigo argumenta que os movimentos feministas emergentes no contexto das lutas políticas contemporâneas da América Latina – como Ni Una Menos – permitem uma reconceituação do político, junto com seus sujeitos e objetos. A singularidade desses movimentos se baseia na maneira como eles conseguiram vincular os assassinatos comuns dos corpos das mulheres às extraordinárias alianças entre diferentes movimentos sociais. Uma inspeção mais minuciosa dessas experiências contínuas que mobilizam diferentes arenas rizomáticas de enredos políticos – como a internet e as ruas – nos permite ver como os apegos e movimentos feministas latino-americanos podem redefinir as práticas democráticas e construir diferentes formas de comunidade. Ao resistir ao que é percebido como ‘uma guerra contra as mulheres na América Latina,’ esses movimentos permitem compreender o funcionamento de uma necropolítica de gênero, que liga a morte das mulheres ao funcionamento da política moderna e das subjetividades modernas. Ao fazê-lo, eles politizam não apenas as vidas (e, portanto, as vozes) das mulheres que lutam no/para o político, mas também as mortes (e, portanto, os silêncios) sobre os quais o político foi construído. Além disso, ao politizar o papel do corpo na arena política e ética, esses movimentos abrem nossos imaginários políticos às possibilidades de novos apegos, filiações e articulações que não são subsumidos sob categorias e valores universais abstratos, nem limitados a identitários e, portanto, legalistas. afirmações do político. Seguindo esses argumentos, defendo que as articulações feministas contemporâneas na América Latina contestam de forma produtiva a validade do ‘humano’ ‘abstrato,’ universal e moderno para pensarmos futuros políticos alternativos. Ao politizar a materialidade e a corporificação juntamente com a linguagem..
Disciplinas: Relaciones internacionales,
Sociología
Palabras clave: Política internacional,
Sociología de la mujer,
América Latina,
Mujeres,
Cuerpo femenino,
Feminismo,
Resistencia política,
Feminicidio,
Activismo
Texte intégral: http://www.scielo.br/pdf/cint/v41n1/0102-8529-cint-201941010089.pdf