The Controversy of Lateralisms: A Comparison between FTAs of China and the United States



Título del documento: The Controversy of Lateralisms: A Comparison between FTAs of China and the United States
Revue: Colombia Internacional
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000507056
ISSN: 0121-5612
Autores: 1
2
2
Instituciones: 1University of Glasgow, Glasgow, Lanark. Reino Unido
2Universidade Federal de Santa Catarina, Florianopolis, Santa Catarina. Brasil
Año:
Periodo: Jul-Sep
Número: 107
País: Colombia
Idioma: Inglés
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en español Objetivo/contexto: en este estudio, nuestro objetivo es evaluar la expansión del bilateralismo. De hecho, la dicotomía multilateralismo-regionalismo no explica con precisión las formas de integración comercial que se han producido en las últimas décadas. Metodología: para evaluar el auge del bilateralismo, optamos, metodológicamente, por examinar el papel protagonista de China y Estados Unidos en el contexto de la integración internacional. Conclusiones: empíricamente, nuestros resultados muestran que China y Estados Unidos tienen aproximadamente el mismo número de TLC vigentes. Nuestros resultados destacan, sin embargo, tres grandes discrepancias que se constituyen en diferenciadoras de las estrategias nacionales en relación con los acuerdos comerciales. Primero, con respecto a la política de perfiles, mostramos -confirmando estudios teóricos previos- que los Estados Unidos siguen una estrategia comercial estándar, mientras que China favorece una postura idiosincrática en el alcance de sus acuerdos comerciales. Segundo, descubrimos que China muestra una clara preferencia por realizar acuerdos comerciales con los países vecinos, lo que ratifica su estrategia para consolidar su hegemonía regional en Asia. En tercer lugar, nuestra hipótesis de proximidad política demuestra ser más influyente en las iniciativas de las autoridades comerciales chinas. Originalidad: nuestra principal contribución radica en la comparación entre estas dos visiones de multilateralismo/regionalismo y bilateralismo, en cuanto al alcance de los bienes y servicios, el contenido geopolítico y el grado de flexibilidad de las políticas. En teoría, el regionalismo y el bilateralismo benefician a sus partes con la negociación de beneficios y costos y pérdidas en acuerdos comerciales; esto último permite un acuerdo aún mejor adaptado a través de medidas discrecionales pertinentes a las necesidades de cada país
Resumen en inglés Objective/Context: In this study, we aim to evaluate the expansion of bilateralism. Indeed, the multilateralism-regionalism dichotomy fails to accurately account for the scopes of trade integration occurring in the past two decades. Methodology: In order to assess the rise of bilateralism, we methodologically choose to examine the protagonist role played by China and the US in the international integration scenario. Conclusions: Empirically, our results show that China and the US hold roughly the same number of FTAs in effect. Our results unveil three major discrepancies that stand out as distinguishing national strategies towards trade agreements. First, concerning profile policy - we show, confirming previous theoretical studies, that the US follows a standard trade strategy while China favors an idiosyncratic posture in the scope of its trade deals. Second, we find out that China shows a clear preference for making trade deals with neighboring countries, which ratifies China´s strategy to consolidate its regional hegemony in Asia. Third, our hypothesis of political proximity proves to be more influential to Chinese trade authorities’ initiatives. Originality: Our main contribution lies in comparing bilateral and regional/multilateral trade agreements regarding the scope of goods and services, the geopolitical context, and the degree of policy flexibility. Theoretically, we show that regionalism and bilateralism benefit its parties by negotiating profits and losses in trade deals; the latter allows for an even more tailored agreement via discretionary measures pertinent to the countries’ needs
Resumen en portugués Objetivo/contexto: neste estudo avalia-se a expansão do bilateralismo. De fato, a dicotomia multilateralismo/regionalismo falha em explicar com precisão as formas de integração comercial das duas últimas décadas. Metodologia: para avaliar a ascensão do bilateralismo, opta-se pelo uso de uma metodologia que examina o papel protagonista da China e dos Estados Unidos no cenário de integração internacional. Conclusões: empiricamente, os resultados mostram que a China e os Estados Unidos mantêm aproximadamente o mesmo número de acordos vigentes. Os resultados deste estudo revelam três principais discrepâncias que se destacam como diferenciadoras nas estratégias nacionais com relação aos acordos comerciais. Primeiro, quanto ao perfil político - mostra-se, confirmando estudos teóricos anteriores, que os Estados Unidos seguem uma estratégia comercial padrão, enquanto a China privilegia uma postura idiossincrática no âmbito de suas negociações comerciais. Segundo, constata-se que a China mostra uma clara preferência por estabelecer acordos com países vizinhos, o que ratifica a estratégia chinesa de consolidar sua hegemonia regional na Ásia. Por fim, a terceira distinção ratifica a hipótese de proximidade política, que se mostrou mais influente para as iniciativas das autoridades comerciais chinesas. Originalidade: a principal contribuição refere-se à comparação de acordos comerciais multilaterais/regionais e bilaterais, no que se refere ao escopo de bens e serviços, ao conteúdo geopolítico e ao grau de flexibilidade das políticas. Teoricamente, o regionalismo e o bilateralismo beneficiam suas partes com a negociação de ganhos e perdas provenientes dos acordos; este último permite um acordo ainda mais adequado por meio de medidas discricionárias compatíveis às necessidades dos países
Disciplinas: Ciencia política
Palabras clave: Bilateralismo,
Tratados de libre comercio,
China,
Estados Unidos de América
Keyword: Bilateralism,
Free Trade Agreements,
China,
United States of America
Texte intégral: https://biblat.unam.mx/hevila/Colombiainternacional/2021/no107/2.pdf Texto completo (Ver HTML) Texto completo (Ver PDF)