A distância (in)correta



Título del documento: A distância (in)correta
Revista: Sala preta
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000495840
ISSN: 2238-3867
Autores: 1
Instituciones: 1Universidade de Sao Paulo, Escola de Comunicacoes e Artes, Sao Paulo. Brasil
Año:
Volumen: 17
Número: 2
Paginación: 333-344
País: Brasil
Idioma: Portugués
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en inglés "Ele escreveu uma peça sobre negros" was the explosive title of the original project of the playwright and director Alexandre Dal Farra that gave rise to the long journey of the spectacle that is the theme of this text. But unlike what one might take in an overly reactive initial approach, the title intentionally put its own project under suspicion. Who is this "he" who claims such a position? Certainly it is a "he" that distinguishes himself from his "object" – that generic and authoritarian "blacks" that ends the sentence. In a way, without our having any idea where the project would take us, we were already on the trail of this "white" that would appear in the definitive title of the show that premiered in March 2017 in São Paulo: Branco: o cheiro do lírio e do formol. This article tries to return to some threads of the process relating them to the idea of "correct distance" proposed by Hal Foster in his text "The artist as ethnographer"
Resumen en portugués "Ele escreveu uma peça sobre negros" era o título explosivo do projeto inicial do dramaturgo e diretor Alexandre Dal Farra que deu origem à lon-ga jornada do espetáculo que é tema deste texto. Mas diferentemente do que se pode tomar em uma abordagem inicial demasiadamente reativa, o título, intencionalmente, já colocava seu próprio projeto sob suspeita. Quem é esse "ele" que se arroga tal posição? Certamente um "ele" que se distingue de seu "objeto" – esse genérico e autoritário "negros" que termina a frase. De certa forma, sem que tivéssemos a menor ideia de onde o projeto nos levaria, já estávamos no encalço desse "branco" que figuraria no título definitivo do espetáculo que estreou em março de 2017 em São Paulo: Branco: o cheiro do lírio e do formol. Este artigo procura retomar alguns fios do processo relacionando-os à ideia de "distância correta" proposta por Hal Foster em seu texto "O artista como etnógrafo"
Disciplinas: Arte
Palabras clave: Teatro,
Crítica del arte,
Historia del arte,
Real,
Referencia,
Abyección,
Sociedad,
Dal Farra, Alexandre,
Dramaturgos,
"Branco: o cheiro do lírio e do formol",
Sao Paulo,
Brasil
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