Entidades empresariais e desenvolvimento no Sul Fluminense: governança, estratégia e estrutura



Título del documento: Entidades empresariais e desenvolvimento no Sul Fluminense: governança, estratégia e estrutura
Revista: Revista pos ciencias sociais
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000440486
ISSN: 1983-4527
Autores: 1
2
Instituciones: 1Universidade Federal Fluminense, Departamento de Sociologia, Volta Redonda, Rio de Janeiro. Brasil
2Universidade Federal Fluminense, Niteroi, Rio de Janeiro. Brasil
Año:
Periodo: Jul-Dic
Volumen: 12
Número: 24
Paginación: 101-116
País: Brasil
Idioma: Portugués
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, socioeconómico
Resumen en inglés The purpose of this article is to develop a critique of the general model of APLs as a theoretical paradigm and policy due to its excessive emphasis on the strategic dimension of the so-called “governance” of the actors and economic processes. It creates, from this viewpoint, an expectation that the coordination of efforts aimed at regional development is dependent only upon the effort and initiative of local actors. Based upon broader literature on the subject of regional development, the paper suggests that there are important structural limits to be considered when discussing development strategy. It is argued, therefore, that such limitations include, on one hand, interactions between clusters and global chains into which they are to be inserted. This defines a determined distribution of power among the different links of these chains in such a way that the locations are not always their active centers. On the other hand, the adoption of strategies based on cooperation and the like does not occur in an historical and cultural vacuum, ie, one must take into account the legacy, institutional resources and cognitive elements that organize the regions, which means that the adaptation of these the challenges posed by globalization is a trajectory dependent process
Resumen en portugués Este artigo pretende desenvolver uma crí- tica ao modelo geral dos APLs como paradigma teórico e de políticas públicas, por conta de sua ênfase excessiva na dimensão estratégica do que se convencionou chamar de “governança” dos atores e processos econômicos. Cria-se, desse ponto de vista, uma expectativa de que a coordena- ção dos esforços voltados ao desenvolvimento regional dependeria apenas do esforço e da iniciativa dos atores locais. Com base em uma literatura mais ampla sobre o tema do desenvolvimento regional, o artigo sugere que há importantes limites estruturais a serem considerados quando se fala em uma estratégia de desenvolvimento. Argumenta-se que tais limitações incluem, de um lado, a interação entre os aglomerados locais e as cadeias globais nas quais porventura possam estar inseridos. Isso define uma determinada distribuição de poder entre os diferentes elos dessas cadeias, de modo que as localidades nem sempre são o seu polo ativo. Por outro lado, a adoção de estratégias baseadas em cooperação e afins não ocorre em vácuos históricos e culturais, ou seja, é preciso levar em consideração os legados, os recursos institucionais e elementos cognitivos que organizam as regiões, o que significa que a adaptação destas aos desafios colocados pela globalização é um processo dependente de trajetória
Disciplinas: Economía
Palabras clave: Desarrollo económico,
Desarrollo regional,
Empresas,
Industria metalúrgica,
Industria siderúrgica,
Gobernanza,
Río de Janeiro,
Brasil
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