Depressao e coping em criancas e adolescentes portugueses



Título del documento: Depressao e coping em criancas e adolescentes portugueses
Revista: Revista brasileira de terapias cognitivas
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000357497
ISSN: 1808-5687
Autores:


Año:
Periodo: Jul-Dic
Volumen: 2
Número: 2
Paginación: 73-83
País: Brasil
Idioma: Portugués
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico
Resumen en inglés The goal of this study was to analyze the relation of depression and coping strategies between themselves and according to age and gender. The sample was constituted of 916 children and adolescents, of both genders, with an average age of 14.4 years (DP=2.62), enlisted randomly in public schools from different regions of Portugal (Trás-os-Montes and Alto Douro, Beira Interior, Estremadura and Ribatejo and Region of Lisbon). In each chosen school two groups where drafted, each group belonging to a different school year, between 5º to 12º grades, correspondent in Portugal to a school passage between 10 and 18 years old. The used measures of evaluation were the Children's Depression Inventory - CDI (Kovacs, 1992) and the coping Responses Inventory - Youth Form - CRI-Y (Moos, 1993). The results suggest that the group of young adults (18-22 years) and girls presented higher levels of depression and use of coping strategies, comparatively to the groups of pre-adolescents (10-13 years), adolescents (14-17 years) and boys. A negative relation between depression and coping was observed, therefore when depressive symptoms increased, the use of coping strategies decreased. These results were confirmed when we observed differences between depression symptoms and coping, where the groups that had demonstrated less depression symptoms or an average level of symptoms presented higher values of coping strategies. In general, the study suggested that girls and older adolescents are more depressed and use less efficient coping strategies to deal with stressful events
Resumen en portugués O objectivo deste estudo foi analisar a relação da depressão e das estratégias de coping entre si e em função da idade e do gênero. A amostra foi constituída por 916 sujeitos, de ambos os sexos com média de idade de 14,4 anos (DP=2,62), recrutados aleatoriamente de escolas públicas de diversas regiões de Portugal, onde foram sorteadas duas turmas referente a cada ano leccionado nas diferentes escolas das localidades seleccionadas, do 5º ao 12º ano, correspondente, em Portugal, ao percurso escolar entre 10 e 18 anos. As medidas de avaliação utilizadas foram o CDI (Kovacs, 1992) e o CRI-Y (Moos, 1993). Os resultados revelaram que o grupo dos pós-adolescentes (18-22 anos) e as meninas apresentaram índices mais elevados de depressão e utilizavam mais estratégias de coping, comparativamente com os grupos dos pré-adolescentes (10-13 anos), dos adolescentes (14-17 anos) e dos os rapazes. Observamos que, à medida que os sintomas depressivos aumentam, a utilização de estratégias de coping diminui, tal como que os grupos que demonstraram menos sintomas de depressão ou índices médios de sintomas foram os que apresentaram valores mais elevados relativamente às estratégias de coping. De um modo geral, o estudo sugeriu que as meninas e os adolescentes mais velhos são mais deprimidos e utilizam estratégias de coping menos eficazes perante acontecimentos estressantes
Disciplinas: Psicología
Palabras clave: Psicología clínica,
Depresión,
Estrategias de afrontamiento,
Niños,
Edad,
Género,
Adolescentes,
Portugal
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