Inovações e novidades na construção de mercados para a agricultura familiar: os casos da Rede Ecovida de Agroecologia e da RedeCoop



Título del documento: Inovações e novidades na construção de mercados para a agricultura familiar: os casos da Rede Ecovida de Agroecologia e da RedeCoop
Revista: Redes (Santa Cruz do Sul)
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000486581
ISSN: 1982-6745
Autores: 1
2
2
Instituciones: 1Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Tramandaí, Rio Grande do Sul. Brasil
2Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Brasil
Año:
Periodo: Ene-Abr
Volumen: 25
Número: 1
Paginación: 135-163
País: Brasil
Idioma: Portugués
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en español El artículo analiza la construcción social de los mercados institucionales para la agricultura familiar, resaltando las "novedades" en las prácticas, procesos y formas de organización que los agricultores familiares desarrollan y utilizan para acceder a las compras públicas y superar algunas de sus limitaciones. Para esta reflexión, el artículo analiza la construcción de dos casos: el Circuito Sur de Comercialización y Circulación de Alimentos Agroecológicos de la Red Ecovida de Agroecología y la Asociación de la Red de Cooperativas de la Agricultura Familiar y Economía Solidaria (RedeCoop). A partir de investigación documental y de entrevistas semiestructuradas, se observó que, aunque existen varias similitudes en el proceso de construcción de mercados, el proceso de construcción social del Circuito Sur de la Red de Agroecología Ecovida difiere de RedeCoop en virtud del papel de liderazgo en la coordinación y control de circulación y comercialización y de un amplio conjunto de instituciones que organiza las relaciones de los actores que actúan en los procesos. Estas diferencias resultan de la especificidad de los productos comercializados (alimentos agroecológicos) y de los artefactos que interactúan en la Red Ecovida. En ambos casos, la construcción de nuevos circuitos de comercialización, con el fin de conectar a los agricultores familiares con los mercados institucionales, puede interpretarse como una "novedad" que surgió de la experiencia y de las dificultades diarias de los actores; que se organiza a partir de instituciones que, a su manera, cuestionan el régimen dominante; y tienen el potencial de un cambio radical. La dinámica y las características de los mercados construidos y las infraestructuras socio-materiales indican contribuciones a la construcción de sistemas alimentarios sostenibles
Resumen en inglés This article discusses the social construction of institutional markets for family farming, placing emphasis on the "novelties" in practices, processes and forms of organization that are developed and used by family farmers to access public procurement programs and overcome some of its limitations. For that, the article analyzes two social experiences: the Southern Circuit of the Ecovida Agroecology Network and the Association of Family Farming and Solidarity Economy Cooperatives Network (RedeCoop). From documentary research and semi-structured interviews, the authors observed several similarities and differences in the social construction of markets and commercialization circuits in both cases. The main differences concern the fact Southern Circuit of the Ecovida Agroecology Network has a stronger role in the coordination and control of commercialization circuits, and presents a deep socially embedded set of institutions and principles organizing economic actors' interactions than in the case of RedeCoop. These differences result from the specificity of the products (agroecological foods) and the artifacts shaping the Ecovida Network. In both cases, the construction of commercialization circuits, aiming to connect family farmers to institutional markets, can be interpreted as a “novelty” that emerged from the actors' daily experiences and difficulties. The created institutions question the dominant regime and have the potential for radical change. The dynamics and characteristics of these markets and socio-material infrastructures indicate contributions to the construction of sustainable food systems
Resumen en portugués O artigo discute a construção social dos mercados institucionais para a agricultura familiar, colocando ênfase nas “novidades” em práticas, processos e formas de organização que são desenvolvidas e utilizadas pelos agricultores familiares visando o acesso às compras públicas e a superação de algumas de suas limitações. Para esta reflexão, o artigo analisa a construção de dois casos: o Circuito Sul de Comercialização e Circulação de Alimentos Agroecológicos da Rede Ecovida de Agroecologia e a Associação da Rede de Cooperativas da Agricultura familiar e Economia Solidária (RedeCoop). A partir de pesquisa documental e entrevistas semi-estruturadas, foi possível observar que o processo de construção social do Circuito Sul da Rede Ecovida de Agroecologia se diferencia da RedeCoop em virtude do papel protagonista na coordenação e no controle da circulação e comercialização e de um amplo conjunto de instituições que organiza as relações dos atores atuantes nos processos. Tais diferenças decorrem da especificidade dos produtos comercializados (alimentos agroecológicos) e dos artefatos que interagem na Rede Ecovida. Em que pesem as diferenças, em ambos os casos, a construção dos novos circuitos de comercialização, com vistas a conectar agricultores familiares a mercados institucionais, pode ser interpretada como uma “novidade” que emergiu a partir da vivência e das dificuldades cotidianas dos atores e que se organiza a partir de institucionalidades que, a seus modos, questionam o regime dominante e apresentam potencial para mudanças radicais. A dinâmica e as características dos mercados e das infraestruturas sociomateriais construídas apontam contribuições para a construção de sistemas alimentares sustentáveis
Disciplinas: Economía,
Sociología
Palabras clave: Economía agrícola,
Sociología rural,
Mercados,
Agricultura familiar,
Redes de comercialización,
Cooperativismo,
Agroecología,
Brasil
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