O populismo na construção de uma política externa integrativa: o caso da Venezuela de Hugo Chávez (1999-2013)



Título del documento: O populismo na construção de uma política externa integrativa: o caso da Venezuela de Hugo Chávez (1999-2013)
Revista: Conjuntura austral
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000504191
ISSN: 2178-8839
Autors: 1
2
Institucions: 1Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Brasil
2Universidade Federal de Santa Catarina, Florianopolis, Santa Catarina. Brasil
Any:
Període: Abr-Jun
Volum: 12
Número: 58
Paginació: 38-49
País: Brasil
Idioma: Portugués
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en inglés A concept of populism is quite controversial. One strand understands the phenomenon as the adoption of personalist and centralist positions, creating a direct communication channel between leader and people. These regimes permeate the history of Latin American countries, such as Venezuela by Hugo Chávez in 1999. A central question in this work: how would Chávez use his populist domestic project to support an integrating foreign policy in Latin America? The purpose of this article is to understand the extent to which practices such as state control of strategic activities and the creation of regional integration schemes - based on Chávez's personalist populism - to shape the identity of Venezuelan foreign policy. To this end, the qualitative bibliographic methodology was used, including articles from qualified newspapers in Portuguese, English and Spanish. From the theoretical point of view, Constructivism and Foreign Policy Analysis will also be fundamental elements for the achievement of the objectives proposed in each chapter. Preliminarily, the literature points out that Chávez's populism - sustained, notably, by the rise of oil exports and the support shown by the Venezuelan population - made closer ties possible (ideological and political) with neighbors, such as Bolivia, Ecuador and Cuba, giving rise to more autonomous regional development strategies to the detriment of neoliberal premises It is concluded that the Chávez government, however, neither expand its partnerships in the region in an uniform manner, nor managed to eradicate Venezuelan economic disparities
Resumen en portugués A conceituação de populismo é bastante controversa. Uma das vertentes entende o fenômeno como a adoção de posturas personalistas e centralistas, criando um canal de comunicação direto entre líder e povo. Estes regimes permeiam a história de países latino-americanos, como a Venezuela de Hugo Chávez em 1999. A pergunta central deste trabalho é: de que maneira Chávez se utilizou de seu projeto populista doméstico para dar suporte a uma política externa integrativa na América Latina? O objetivo desse artigo é compreender em que medida práticas como o controle estatal de atividades estratégicas e a criação de arranjos de integração regional – baseadas no populismo personalista de Chávez – moldaram a identidade da política externa venezuelana. Para tanto, foi utilizada a metodologia qualitativa bibliográfica, recorrendo a artigos de periódicos qualificados em português, inglês e espanhol. Do ponto de vista teórico, o Construtivismo e a Análise de Política Externa serão, também, elementos fundamentais para atingir os objetivos propostos em cada capítulo. De forma preliminar, a literatura aponta que o populismo de Chávez – amparado, notadamente, pela renda advinda da exportação de petróleo e do apoio demonstrado pela população venezuelana - possibilitou maior aproximação (ideológica e política) com vizinhos, tais como Bolívia, Equador e Cuba, dando origem a estratégias mais autônomas de desenvolvimento regional em detrimento das premissas neoliberais. Concluiu-se que o governo de Chávez, contudo, não expandiu suas parcerias pela região de maneira uniforme, tampouco logrou erradicar as disparidades econômicas venezuelanas
Disciplines Relaciones internacionales,
Ciencia política
Paraules clau: Política internacional,
Sistemas políticos,
Venezuela,
Chávez Frías, Hugo,
Política exterior,
Populismo
Text complet: https://seer.ufrgs.br/ConjunturaAustral/article/view/110774/61586