Antiparasitic plants used by the kantaruré-batida indigenous community (ne-brazil): ethnobotany and local knowledge-erosion risks



Título del documento: Antiparasitic plants used by the kantaruré-batida indigenous community (ne-brazil): ethnobotany and local knowledge-erosion risks
Revista: Ambiente & sociedade
Base de datos: CLASE
Número de sistema: 000479459
ISSN: 1414-753X
Autors: 1
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Institucions: 1Universidade do Estado da Bahia, Salvador, Bahia. Brasil
2Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Educacao, Salvador, Bahia. Brasil
3Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Ciencias da Vida, Salvador, Bahia. Brasil
4Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro. Brasil
5Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Pernambuco. Brasil
Any:
Volum: 21
Paginació: 1-18
País: Brasil
Idioma: Inglés
Tipo de documento: Artículo
Enfoque: Analítico, descriptivo
Resumen en español Indígenas tienen una relación intrínseca con la flora empleada en sistemas de curación. Sin embargo, pocos son los datos sobre las plantas usadas para el tratamiento de parásitos intestinales, una de las principales causas de morbimortalidad entre indios. De este modo, este estudio realizó el levantamiento de las plantas antiparasitarias utilizadas por los Kantaruré-Batida y evaluó si hay difusión del conocimiento etno-médico-botánico. Para eso, se utilizaron entrevistas y listados libres. Fueron entrevistados 31 indígenas e citadas 21 especies. La mayoría de los encuestados (91%) adquirió el conocimiento tradicional por transmisión hereditaria y lo difunde (77%) de la misma forma. Sólo 35% utiliza las plantas medicinales como primer recurso de curación y asocian la disminución del uso debido a la influencia y la proximidad de los servicios de salud pública. Por lo tanto, son necesarias acciones para preservar los saberes y la biodiversidad local para el mantenimiento de la terapéutica indígena
Resumen en inglés Indigenous people have an intrinsic relationship with the flora used in healing systems. However, data about plants used to treat intestinal parasitosis, which are one of the main morbidity and mortality causes among indigenous peoples, remain scarce. Thus, the aim of the current study is to survey antiparasitic plants used by the Kantaruré-Batida community and to investigate whether their ethno-medico-botanical knowledge is spread. Therefore, it adopted interviews and free lists. Thirty-one (31) indigenous individuals were interviewed and they mentioned 21 plant species. Most respondents (91%) acquired the traditional knowledge through hereditary transmission and spread it (77%) in the same way. Only 35% of the respondents adopt medicinal plants as the first cure resource, besides associating the decrease of such use to their proximity to health care services. Thus, it is worth taking actions to help preserving the local knowledge and biodiversity in order to avoid the loss of indigenous therapeutic treatments
Resumen en portugués Indígenas possuem uma relação intrínseca com a flora empregada em sistemas de cura. Entretanto, poucos são os dados acerca das plantas usadas no tratamento de parasitoses intestinais, uma das principais causas de morbimortalidade entre índios. Desse modo, este estudo realizou o levantamento das plantas antiparasitárias utilizadas pelos Kantaruré-Batida e avaliou se ocorre difusão do conhecimento etnomedicobotânico. Para tanto, utilizou-se entrevistas e listas livres. Foram entrevistados 31 indígenas, os quais citaram 21 espécies. A maioria dos informantes (91%) adquiriu o conhecimento tradicional por transmissão hereditária e o difunde (77%) da mesma forma. Apenas 35% utilizam as plantas medicinais como primeiro recurso de cura e associam a diminuição do uso a proximidade dos serviços de saúde. Portanto, tornam-se relevantes ações de preservação dos saberes e da biodiversidade local visando a manutenção da terapêutica indígena
Disciplines Antropología,
Medicina
Paraules clau: Etnología y antropología social,
Medicina alternativa,
Comunidades indígenas,
Plantas medicinales,
Parásitos,
Transmisión del conocimiento
Text complet: https://biblat.unam.mx/hevila/Ambiente&sociedade/2018/vol21/7.pdf